Jucom na Web! Um programa de jovens para jovens!
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    abril 19th, 2010Victor GladMatérias, Programa

    O despertador toca, um jovem levanta da cama sonolentamente e se dirige descalço ao interruptor do quarto, desiste da idéia pois já conhece o caminho até o banheiro e decide ir no escuro, atravessa o quarto, passa pela sala, no fim da cozinha percebe o corredor que o levará até o banheiro, ainda está muito escuro e ele hesita em acender as luzes da cozinha, desiste novamente, retoma o seu caminho para o banheiro até que seus pés descalços são perfurados por um grande e pontiagudo prego, a dor e agonia dominam esse pobre jovem, escorre muito sangue pelo chão e com muita dificuldade vai ao banheiro para ver o tamanho do estrago feito em seus pés.

    Ok, vou te poupar dos detalhes da extração do prego, das vacinas antitetânicas necessárias para a dolorosa recuperação do pobre jovem miope. Talvez você pense: “Que ignorante, por quê ele não acendeu a luz?”. Mas quantas vezes eu e você não andamos descalços à noite pra ir ao banheiro, atacar a geladeira ou atender o telefonema de alguem?

    Estamos em casa, o território é conhecido, sabemos onde estão os móveis, temos no nosso inconsciente um mapa de todos os comodos, não há razão para tanta preocupação.

    O problema na maioria das vezes não está em casa, somos protegidos desde a infância a não mexer com fogo, não subir nos móveis, não pôr os dedos na tomada, decoramos medidas de segurança básicas.

    O grande desafio é quando saímos de casa, quando as pessoas que nos protejem não estão por perto e/ou não podem nos observar caminhando para nos avisar dos perigos ao longo da jornada.

    A pior solução para esse dilema é manter-se trancado, seguro na fortaleza. Crescer é essencial, esperado e totalmente natural. Hebreus 5:12-14

    Talvez você ja esteja dando os primeiros passos fora de casa ou ja tenha uma certa experiencia da vida de jovem que precisa trabalhar e estudar, se você se encaixa nessa situação ja deu pra perceber que não é uma etapa muito fácil. É nessa fase da vida que iremos aprender a lidar com quantias de dinheiro maiores, -não necessariamente o nosso suado salário- mais liberdade e muito mais responsabilidades.

    Nesse turbilhão diário vamos nos perdendo, mas mantendo firme a impressão de que temos tudo no controle, finanças, estudo, namoro, familia, igreja, tudo vai bem obrigado, até que as faturas do C/C começam a chegar, a semana de
    provas é adiantada por aquele professor trilegal, a namorada(o) [quem namora põe um exemplo de crise, fiquei sem imaginação... heheh]…

    Se vc se encontra nesse turbilhão saiba que não está só. Segundo uma pesquisa realizada pelo Instituo Akatu com base em dados de pesquisa da Unesco, o jovem brasileiro é o mais consumista do mundo, tal pesquisa foi realizada em 24 países dos 5 continentes Dos 259 entrevistados, de nove regiões metropolitanas no país, 37% apontaram as compras como um assunto de muito interesse no dia-a-dia. Para 78% deles, a qualidade é o principal critério de compra, seguido pelo preço.

    Ok, o que isso tem a ver com toda a história do jovem que tem o pé estraçalhado por um prego? Vamos por partes; ele precisava ir ao banheiro, não há o que fazer a não ser providenciar a ida o mais rápido possível, se não tudo vai ficar bem mais complicado, porém a negligencia do jovem complicou muito mais a situação, agora ele tem uma ferida para cuidar.

    As vontades acontecem, simples assim sem nenhum motivo muito claro, na maioria das vezes são bem frageis, da mesma forma que veio se vão sem explicação, estranho né? Mas existem algumas delas que são persistentes e outras são necessárias para nossas vidas. Sabemos distinguir quais delas são importantes? Temos maturidade para lidar com o tempo que a maioria delas leva para se tornar realidade? A pesquisa indica que não, somos os jovens mais ansiosos do planeta, compramos freneticamente (e ironicamente não somos a nação mais rica do mundo), queremos tudo para ontem, no maximo esperamos até hoje, queremos entrar na faculdade e em 1 semestre sair com o diploma na mão, começamos a namorar e queremos casar em 2 meses de relacionamento, inciamos a leitura da Bilia em 01/01 com a intenção de terminar em 2 semanas essas e outras milhares de vontades vão nos deixando ansiosos demais e com a impressão de que não temos tempo hábil para realiza-las.

    Mas Salomão, Agur ou Lemuel (não se sabe ao certo quem escreveu o quê) nos alerta em Proverbios 12:25 [A ansiedade no coração deixa o homem abatido, mas uma boa palavra o alegra.] do mal que causamos em nós mesmos quando ficamos com os corações ansiosos.

    Tenho a impressão que depois que depois que você leu o ultimo paragrafo conseguiu entender o que o jovem com os pés machucados tem a ver com a gente. No impeto de realizar as nossas vontades tentamos abrir paredes de espinhos com os braços e as feridas causadas por tamanha insanidade só são percebidas quando os frutos que tanto almejavamos estavam verdes. Nessa hora sentimos o gosto amargo da pressa e a dolorida recuperação dos cortes causados pelos espinhos.

    Não tenho intensão nenhuma em te desencorajar a buscar seus sonhos, muito pelo contrário, invista tempo em cada um deles tentando descobrir quais são úteis para o Reino. Depois disso é confiar na promessa que se encontra em Eclesiastes 3:1 – Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu.

  • Moda

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    fevereiro 20th, 2010Denis BastosMatérias, Programa

    O que é moda? Ao ler essa palavra, o que te vem à mente? É a favor ou contra? Tanto faz?

    De acordo com o Dicionário Aurélio, o termo “Moda” se refere ao “Uso passageiro que rege, de acordo com o gosto do momento, a maneira de viver, de vestir etc. / Fantasia, gosto, maneira ou modo segundo o qual cada um faz as coisas.[...] Estar na moda, estar em voga, ser geralmente usado.Passar da moda, deixar de ser imitado, deixar de estar no gosto atual[...]

    Nos prendemos com muita facilidade às novas tendências e aos novos pensamentos propagados na sociedade. De certa forma, não existe um grande problema nisso.Somos seres pensantes e é natural amadurecermos junto ao ambiente que nos cerca. A questão aqui é o poder de influência que existe em cada um de nós. Estamos tão condicionados que não conseguimos mais distinguir o que é banal do que é profundo, com isso, a linha entre esses dois extremos torna-se cada vez mais frágil. Além disso, geralmente, com o nosso comportamento, damos inúmeras provas de que o que é realmente essencial não é levado a sério.

    Mas, voltemos ao assunto “moda”. Não podemos negar que somos seres visuais. Uma prova disso é a seleção que fazemos dos produtos que estão a nossa disposição em uma prateleira. Analisamos o formato da embalagem, cor, resistência, entre outros requisitos básicos que filtram nossa avaliação.

    Porém, vale à pena limitar nossas decisões e escolhas à um formato único e usá-lo para definir algo? Comportar-se de tal forma seria o mesmo que resumir a vida de alguém à sua profissão. O processo de conversão transforma tudo em nós, inclusive a nossa forma de enxergar o mundo e as pessoas. “…para lhes abrires os olhos e os converteres das trevas para a luz e da potestade de Satanás para Deus, a fim de que recebam eles remissão de pecados e herança entre os que são santificados pela fé em mim(Jesus)“. [Atos 26:18]

    Ignorar o que o outro é, por causa da aparência que se vê, pode atrasar o sonho de Deus em relação ao homem.

    A Nossa Geração está repleta de órfãos. Jovens que ainda não descobriram sua filiação em Deus. Não sabem quem realmente são e não experimentaram ainda o sublime amor do pai. A ausência desta relação entre Pai/filhos gera, em nós jovens, a necessidade de sermos reconhecidos por alguém. Não importa quem irá nos aplaudir, necessitamos de reconhecimento.

    Reféns da moda,nos vestimos de acordo com as tendências imaginando que assim, nosso corpo será igual ao dos atores mais cobiçados pelo grande público. Quantas pessoas, hoje em dia, por não estarem satisfeitas com seu corpo, apelam para cirurgias plásticas, multilando seu corpo para se tornarem parecidas com alguém? “…pode o objeto perguntar a quem o fez: Por que me fizeste assim?” [Romanos - 9:20]. E por que é tão comum imitarmos pessoas, ou seus estilos de vida? Será que é pela falta de entendimento de que Deus nos ama tanto que teria enviado Jesus pra nos fazer livres, e por isso continuamos criando moldes para seguir?

    Ele é quem devemos imitar. “Sede, pois, imitadores de Deus como filhos amados; e andai em amor como também Cristo vos amou e se entregou a si mesmo por nós, como oferta de sacrifício a Deus, em aroma suave.” [Efésios - 5:1-2]

    Jesus nos convida a viver em liberdade. Liberdade no amor dele. É esse amor que nos preenche de tal forma e nos faz ser verdadeiramente reconhecidos. Ganhamos crédito em meio a uma sociedade exclusivista. Enfim, temos identidade de filhos no amor dEle, e somos libertos a medida que cumprimos a vontade dEle, e não a nossa. “E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.” [Romanos - 12:2].

    Você pode vestir-se bem, ter um corpo bonito, e isso não impede uma vida com Cristo. Mas quando estamos nEle, os valores estéticos são reduzidos a zero, e só há uma coisa que vale mais do que tudo, o amor que você tem para com Deus, e o amor que você tem pela vida do seu próximo. “Amarás o Senhor teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento[...]Amarás o teu próximo como a ti mesmo.” [Mateus - 22:37].

    E este amor é um como um cirurgião, que nos deixa cada vez mais parecidos com Jesus.

    Atualizado (05/03): Segue a abaixo o vídeo que a Doroth comentou no programa.

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    fevereiro 13th, 2010Marina VenutoMatérias, Programa

    O carnaval faz parte do calendário cristão. Mas será possível o cristão participar da comemoração do carnaval? Nesse período é comum assistirmos na TV escolas de samba exibindo músicas e a nudez das “rainhas de bateria”. Vemos o noticiário e a cobertura quase que integral da festa em todos os cantos do país. Em geral, as pessoas se sentem mais livres para fazer o que quiser. Beijam quantos puder em uma só noite, bebem a vontade e só pensam em aproveitar ao máximo o momento da alegria geral, afinal, vai durar apenas três dias. As propagandas de camisinhas encontram seu espaço e o sexo é liberado para todas as idades. Assim, a carne vai realizando os desejos da própria carne, ignorando qualquer regra moral.

    Conhecendo Cristo e sua palavra, sabemos que o carnaval de hoje é contra os princípios de Deus. Paulo diz aos romanos que se nós nascemos do espírito, o natural é a inclinação para as coisas do espírito, e não da carne. Se for assim, como podemos acreditar que o carnaval tenha alguma ligação com o cristianismo quando eles são tão contrários? É possível a luz ter comunhão com as trevas? Sabemos que não.

    Voltemos à origem: O carnaval surgiu no calendário cristão a partir do século XI quando a igreja católica o reconheceu como os dias que antecedem a quaresma – longo período de jejum. Por ser um tempo muito grande de privação, era permitido aos cristãos comer a vontade até a quarta-feira de cinzas – primeiro dia do jejum quaresmal. Depois disso, eram submetidos à abstinência total pelos 40 dias seguintes. Em contraste com a quaresma, tempo de privar os desejos da carne, os dias do carnaval eram conhecidos como “gordos”.

    Porém, com o passar dos anos, o carnaval foi assumindo formas nada cristãs. O que antes era apenas um tempo de preparação para a quaresma, acabou se transformando em uma festa popular pautada no exagero e na libertinagem. Hoje, os foliões não estão ligados à igreja e mal sabem o significado de tal comemoração. Não existe o “jejum-pós-carnaval” e a festa é encarada como momento de pura diversão.

    Mas será que podemos chamar de “diversão” as conseqüências dessa festa? Analise e, possivelmente, você irá concluir que o carnaval, quando chega ao fim, deixa o rastro da destruição na vida de muitas pessoas. Observe que nas notícias da quarta-feira de cinzas há muitos acidentes causados por motoristas embriagados, pessoas pisoteadas pela multidão e brigas por qualquer “empurrão” no meio da folia. Sem falar nos dados que não são divulgados, como por exemplo, a quantidade de pessoas que contraem doenças sexualmente transmissíveis, os jovens que são encaminhados para o uso das drogas e famílias arruinadas por causa da infidelidade conjugal.

    No carnaval, a manifestação da carne é explícita: adultério, prostituição, impureza, idolatria, feitiçaria, inimizades, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes.  E Paulo nos avisa que, os que cometem tais coisas, não herdarão o reino de Deus (Gl. 5:19-21). Isso é sério! Deus literalmente abomina os pecados da carne!

    Então, qual deve ser a posição do cristão diante do carnaval? Muitas igrejas saem de cena e preferem retirar-se, transformando o momento da “festa da carne” em “festa do espírito”. Por outro lado, algumas acreditam que esse seria um bom momento para a evangelização. O que você acha? Qual deve ser a posição da igreja nesses dias? Lembrem que Jesus, quando veio a terra, nunca perdia a oportunidade de pregar e nem fugia quando era interrogado ou das situações religiosas da época. Que possamos desejar ardentemente a ousadia de testemunhar uma vida com Deus mostrando a verdadeira felicidade a um mundo acostumado com a alegria passageira do carnaval.

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    fevereiro 6th, 2010Marina VenutoMatérias, Programa

    Já parou pra pensar em todas as coisas que você começou na sua vida e não terminou? Um curso na faculdade que, por razões particulares, precisou ser trancado, a famosa dieta de segunda-feira, a leitura da bíblia  que não sai do capítulo 1 de Gênesis… Enfim, iniciamos sonhos e planos e por falta algum motivo, desistimos  pelas tantas pedras que se apresentam em nosso caminho.

    Graças a Deus, temos a chance de recomeçar! E não é possível falar em recomeço, sem falar de graça. Se temos a oportunidade de cair, repensar, tomar fôlego e voltar a ter esperança novamente devemos isso ao sacrifício de Jesus Cristo pelas nossas vidas.

    Se Jesus nos redimiu, e estamos debaixo da sua graça, jamais podemos nos considerar um “caso perdido”. Sempre há uma saída e Jesus é suficientemente poderoso para nos redimir. “Portanto, pode também salvar perfeitamente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles. Porque nos convinha tal sumo sacerdote, santo, inocente, imaculado, separado dos pecadores, e feito mais sublime do que os céus; Que não necessitasse, como os sumos sacerdotes, de oferecer cada dia sacrifícios, primeiramente por seus próprios pecados, e depois pelos do povo; porque isto fez ele, uma vez, oferecendo-se a si mesmo. Porque a lei constitui sumos sacerdotes a homens fracos, mas a palavra do juramento, que veio depois da lei, constitui ao Filho, perfeito para sempre.” Hebreus 7:25-28.

    Jesus é o sumo sacerdote das nossas vidas! ALELUIA!!!!!

    E você? Permite que seus amigos e irmãos também tenham a chance de recomeçar? Neste processo um coração perdodador é essencial. Deus, em seu infinito amor dispõe a nós o perdão contínuo e, com isso,  nos dá a chance de fazer diferente. E nós? Temos retribuido essa graça perdoando as falhas dos nossos irmãos? Tenha em mente que recomeçar não depende do que você fez, se foi grave ou não, depende apenas de uma decisão.

    O ontem já foi, o amanhã não sabemos se irá existir. Só o HOJE nos dá a chance de recomeçar… Olhemos para ele como a oportunidade contínua de viver plenamente junto da presença do Pai!

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