Quando uma pessoa mata outra é assassinato, quando várias pessoas matam várias pessoas é apenas um “incidente lamentával”. Mas um exemplo da insanidade humana.
A história se repete continuamente. Inicialmente um desejo forte no coração desperta o desejo em congregar num lugar aconchegante, familiar, onde todos participam com aquilo que o Senhor concedeu que doassem. Então, chega o dia em que o espaço torna-se pequeno e surge a ideia de congregar num ambiente maior e “organizado”, com cadeiras devidamente enfileiradas, salas para diversos eventos, equipamentos audiovisuais avançados e tudo o mais. Aí, um negócio interessante acontece: Sem que ninguém questione ou se incomode (com raras exceções); a participação limitasse a repetir algumas palavras de efeito, cantar músicas pré-selecionadas, tudo isso coordenado por um ou alguns poucos irmãos. O que antes era a participação de vários ministérios e dons, agora limita-se a uma ou duas manifestações, enquanto os demais tornam-se apenas ministrados. Esse fato não estaria errado se fosse devidamente identificado como reunião ministerial. Ministerial porque apenas ministra. Aquelas reuniões iniciais caem no esquecimento, quando não, deixam de existir, pelo fato de agora não serem mais necessárias por conta das reuniões ministeriais. Quem ministra precisa ser identificado com um título eclesiástico que coincida com as nomenclaturas ministeriais bíblicas (pastor, apóstolo, etc). Surge então os distanciamentos de classes (ungidos e não ungidos). Onde antes a estatura era nivelada pelo fato de estarem todos sentados na mesma mesa, agora os púlpitos são erguidos um degrau acima do piso onde estão os ministrados. Onde estão os sorrisos, lágrimas de contrição, ministrações múltiplas, o partir do pão com singeleza de coração que desfrutávamos em nossos lares? Aos poucos que insistem nas práticas da doutrina dos apóstolos, restaram a desconfiança dos líderes eclesiásticos atuais, embora ainda desfrutem da indiscutível experiência de vivenciar a verdadeira igreja (comunhão dos santos).
Gória a Deus para todo sempre,amém.Que belo estudo irmãos! Estou muito encorajado a participar e compartilhar com voces deste pão. MEU ENTENDIMENTO ABRIU sobre o termo reevangelizar pela qual esta ligado o evangelio do Reino e a triste situação das “igrejas” de hoje. Gostaria de ter tudo este material para apresentar aos irmãos aqui em minha localidade que se encontra em minha casa.Somos um no Senhor ,Amém.
Onivaldo/Itaberaba - 3/06/2010 ás 15:34
Quando uma pessoa mata outra é assassinato, quando várias pessoas matam várias pessoas é apenas um “incidente lamentával”.
Mas um exemplo da insanidade humana.
Onivaldo/Itaberaba - 3/06/2010 ás 15:39
Igreja e Ministério
A história se repete continuamente. Inicialmente um desejo forte no coração desperta o desejo em congregar num lugar aconchegante, familiar, onde todos participam com aquilo que o Senhor concedeu que doassem. Então, chega o dia em que o espaço torna-se pequeno e surge a ideia de congregar num ambiente maior e “organizado”, com cadeiras devidamente enfileiradas, salas para diversos eventos, equipamentos audiovisuais avançados e tudo o mais. Aí, um negócio interessante acontece: Sem que ninguém questione ou se incomode (com raras exceções); a participação limitasse a repetir algumas palavras de efeito, cantar músicas pré-selecionadas, tudo isso coordenado por um ou alguns poucos irmãos.
O que antes era a participação de vários ministérios e dons, agora limita-se a uma ou duas manifestações, enquanto os demais tornam-se apenas ministrados.
Esse fato não estaria errado se fosse devidamente identificado como reunião ministerial. Ministerial porque apenas ministra. Aquelas reuniões iniciais caem no esquecimento, quando não, deixam de existir, pelo fato de agora não serem mais necessárias por conta das reuniões ministeriais.
Quem ministra precisa ser identificado com um título eclesiástico que coincida com as nomenclaturas ministeriais bíblicas (pastor, apóstolo, etc). Surge então os distanciamentos de classes (ungidos e não ungidos). Onde antes a estatura era nivelada pelo fato de estarem todos sentados na mesma mesa, agora os púlpitos são erguidos um degrau acima do piso onde estão os ministrados.
Onde estão os sorrisos, lágrimas de contrição, ministrações múltiplas, o partir do pão com singeleza de coração que desfrutávamos em nossos lares?
Aos poucos que insistem nas práticas da doutrina dos apóstolos, restaram a desconfiança dos líderes eclesiásticos atuais, embora ainda desfrutem da indiscutível experiência de vivenciar a verdadeira igreja (comunhão dos santos).
Adecild/ Imperatriz-Ma - 3/06/2010 ás 17:39
Gória a Deus para todo sempre,amém.Que belo estudo irmãos! Estou muito encorajado a participar e compartilhar com voces deste pão.
MEU ENTENDIMENTO ABRIU sobre o termo reevangelizar pela qual esta ligado o evangelio do Reino e a triste situação das “igrejas” de hoje. Gostaria de ter tudo este material para apresentar aos irmãos aqui em minha localidade que se encontra em minha casa.Somos um no Senhor ,Amém.