Mãe de Muitos Filhos

Por: Equipe da Comunicação Data: 5/12/2009
Mãe de Muitos Filhos

A ascendência de Elza, sua infância, a preparação da adolescência, sua formação como professora, o casamento com Franco e constate busca de respostas levaram-na a um intenso trabalho social na paróquia de São João Batista, em Barueri. Em meio a tudo isso, a renovação Carismática, que estava fervilhando nas denominações protestantes, chegou também a Igreja Católica, depois do auspicioso Concílio Vaticano II.

Em 1969, Franco foi profundamente tocado pelo mover pentecostal e esse evento alterou significativamente a sua vida. Três anos mais tarde, quando o casal participava de um retiro na cidade de Bauru, no interior de São Paulo, Elza recebeu uma promessa grandiosa de que seria ma de muitos filhos. tal revelação constitui-se como uma porta de entrada para uma vida espiritual ainda mais abundante e intensa. Logo após conhecer o padre jesuíta Eduardo Dougherty, Elza recebeu o esperado batismo no Espírito Santo. Era como se Deus estivesse “fecundando” a sua serva para a vinda dos muitos filhos que lhe prometera. E eles logo vieram. Poucos no começo, é verdade. Mas, com o passar do tempo, entraram num rápido processo de multiplicação que continua até os dias atuais.

Hoje a árvore de Elza ocupa grande espaço na terra. Sob sua sombra muitos têm encontrado refrigério, alimento e redirecionamento. O sim que Elza e Franco disseram a Deus não os poupou de inúmeros dissabores. Houve muita oposição ao Movimento de Renovação desde o começo. Fizeram grandes e importantes renúncias para se manterem fiéis ao chamado e à vocação. A união de Elza e Franco é mais que um simples casamento. No encontro desta católica com este protestante está a possibilidade da unidade para uma Igreja tão mutilada e fragmentada pelas constantes divisões, mormente por aspectos secundários, não essenciais e que não sobreviverão à eternidade.

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