Conferência 2007

Por: Maurício Bronzatto Data: 10/10/2007
Conferência 2007

Aconteceu, nos dias 01, 02 e 03 de Junho, no centro de eventos Vale da Águia, com a presença de 130 participantes vindos de diversas regiões do Brasil e do exterior, a aguardada conferência internacional com Wolfgang Simson. Abaixo, na compilação de Rosane Faria, um resumo do conteúdo central abordado pelo autor do livro “Casas que Transformam o Mundo -  Igreja nos lares”, durante as palestras.

CONSTRUINDO A CASA DO SENHOR

“Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam.” (Sl 127:1)

Nós não construímos a Igreja de Jesus. Ele constrói. Nós esvaziamos. Haja vista o que aconteceu na Europa nas últimas décadas, sob a ação do homem.

Mas, como é, afinal, quando Deus constrói a casa? Sabemos como é quando nós construímos. Queremos saber como é quando Deus constrói.

1. Tudo o que Deus constrói é segundo um original no céu. Noé, quando construiu a arca, seguiu um modelo dado por Deus. De outra forma, como seria possível construir um navio que pudesse navegar nas águas turbulentas do dilúvio, não naufragar e poder conter todas as espécies por tantos dias? Apenas nos anos 1800 d.C., o homem teve capacidade para construir navios nas mesmas dimensões, e até maiores, do que aquele construído por Noé.

2. Alguém consegue ver o original. Existem pessoas em todos os tempos que conseguem manter uma “conexão” com Deus e conhecer sua vontade, seus planos. Isso normalmente acontece com pessoas que permanecem bastante tempo no “monte”, ou seja, em oração, em comunhão com Deus. Então fazem um “download” do projeto original.

3. Precisa de obediência a longo prazo. Noé demorou 120 anos construindo, apesar da falta de entendimento das pessoas a sua volta. Outro exemplo é o templo. Davi recebeu o plano, mas foi seu filho, outra geração, que construiu. É preciso que essa obediência e essa fé se estendam por anos, e para outras pessoas que possam ajudar na construção.

4. Todo projeto de Deus é concluído. Ele não volta atrás, não muda de planos, não deixa inacabado.

5. Deus vem com sua presença. Como no templo, Deus vem, abençoa e fica. Deus não quer visitar, tocar, mas quer morar, viver.

Como é quando os homens constroem? Eles o fazem sem a orientação de Deus, como Caim quando construiu uma cidade, ou como a construção da Torre de Babel. Um aspecto muito interessante nessa construção é que os homens usaram tijolos. Não quiseram usar pedras, fornecidas por Deus na natureza, mas tijolos padronizados e feitos por eles mesmos. Na construção do edifício de Deus, a Igreja, são usadas pedras vivas, sem padronização, sem que sejam passadas pela máquina para torná-las iguais. Cada uma é encaixada da maneira correta em relação à outra, seguindo seu próprio formato natural.

Muitas vezes, construímos a igreja e, quando percebemos, ela se encontra muito longe do original de Deus!  O que fazer então?

Em Ezequiel 41, 42, 43, Deus fala sobre a restauração do templo e mostra detalhes, medidas. O ápice é descrito em 43.10-11: “… mostra à casa de Israel esta casa, para que se envergonhem da sua maldade; e meça o modelo. E envergonhando-se eles de tudo o que fizeram, faze-lhes saber a forma desta casa, sua figura, ….”.  Deus só poderá mostrar o modelo original quando nos envergonharmos de tudo o que temos feito, da maneira como pudemos nos afastar tanto do modelo original, como pudemos construir a nossa igreja e chamá-la de “Igreja do Senhor Jesus”. Existe um modelo perfeito e absoluto. Nossa cultura não aceita o absoluto. Costumamos relativizar tudo, mas o plano de Deus é o mesmo, eterno e imutável.

Migração apostólica

É preciso que se ouça o que o Espírito está dizendo hoje. “Saiam da Babilônia e voltem para a minha terra.” Assim como as aves ouvem seu instinto de migração e sabem que “é hora de voar”, temos que ouvir a voz do Espírito que está em nós e clama “é hora de voar, de sair do cativeiro, de ser livre na terra que lhes prometi”.

Vivemos hoje o segundo cativeiro babilônico. As pessoas estão na Babilônia e estão bem, fizeram um pacto. Têm uma boa igreja, confortável, mas são escravas. Nessas condições, ouvir falar de migração é terrível! Deus precisa mandar uma grande fome, para que se tenha vontade de sair. Depois da fome vem a crise. Nosso espírito já foi, mas nosso corpo está aqui. No sonho já estamos lá, mas olhamos a realidade e ainda permanecemos aqui. Migrar também exige não só sair de um lugar e ir para o outro, mas deixar coisas, coisas que amamos, que consideramos importantes. Precisamos passar por uma “quarentena”, um período de “desintoxicação”; para que também a Babilônia saia de nós.

Vamos dar um exemplo: Se você quiser ir para um lugar e, sem querer, pegar o ônibus errado, por melhor e mais confortável que seja, não dá para ficar ali, pois ele não vai levá-lo aonde você quer. Então é preciso tomar uma atitude. Pedir ao motorista que pare para você descer. Mas quando você descer, ainda estará com um problema: estará sozinho, a pé, e não chegou ao lugar que queria. É uma sensação de perda, de impotência, de desespero quase!

E quando saímos da Babilônia, andamos por um bom tempo pelo deserto, até finalmente chegarmos ao Jordão, atravessarmos o rio e tomarmos posse da terra. Deus precisa nos mostrar em que ponto desta história nós estamos.

Igrejas caseiras e sua importância para o mundo

Sempre pensamos no que é bom para nós. Primeiro eu, minha família e, quem sabe, meus amigos. Então pensamos numa nova forma, numa nova moda para nos satisfazer. Com certeza, o propósito de Deus é muito maior.

Deus deu uma missão a Adão: plantar e defender o jardim. Na ordem do poder estavam: Deus, Homem e Satanás. Adão falhou em defender o jardim e, quando deu ouvidos a Satanás, deu a ele a posse da terra e o segundo lugar no poder. O homem passou a ser um “sem-terra” e a viver sob o poder de Satanás. Mas Deus começou o processo de tomar a terra de volta, usando o homem. Começou com Abraão. Satanás e todos os demônios lutam contra isso até hoje. Jesus vem, paga o preço pelo pecado e envia os Apóstolos para tomar a terra de volta: “ide e fazei discípulos de todas as nações”.

Deus está chamando Adões e Evas hoje para plantar e defender o jardim, as terras, os espaços. Está restaurando uma igreja apostólica que fará o pacto de ganhar e dar a vida por uma região, uma etnia, um país, um estado, uma cidade, e tomar a terra de volta das mãos de Satanás, fazendo de todas as nações discípulos para o nosso Senhor Jesus Cristo. Igreja caseira não é um modismo, uma onda, mas voltar ao plano original, à essência da vida da igreja, Corpo de Cristo.

A essência da vida nas igrejas caseiras é simples como a rotina de uma casa. Pessoas comem juntas, compartilham a vida material e espiritual juntas, compartilham a palavra viva (que é uma Pessoa, Jesus), juntas profetizam, falam a palavra de Deus umas às outras. Se quiserem fazer outras coisas, como música, teatro, trabalhos manuais, tudo bem, mas nada disso é central ou essencial. As igrejas caseiras são dirigidas por presbíteros, ou seja, pais espirituais capazes de amar, orientar e gerar relacionamentos saudáveis com Deus e entre os participantes, e não por líderes capazes de cumprir um programa ou uma meta.

Estamos no começo dessa migração. Já percebemos que trabalhamos no modelo errado e agora clamamos por ver o original e, acima de tudo, “coramos de vergonha” pelo que temos feito durante anos e décadas. Que Deus, na sua misericórdia, nos dê pessoas conectadas, que vejam o original, e pessoas apaixonadas por esta construção, que tenham uma boa causa para viver e, principalmente, para morrer. Estas pessoas podemos ser eu e você, se nos colocarmos diante do Senhor e nos deixarmos escravizar por ele, pois maior liberdade não há neste mundo do que,  voluntariamente, nos tornarmos escravos do Senhor Jesus, e assim termos asas para voar quando ouvirmos a voz do Espírito nos dizendo que chegou a hora! Em nós, brasileiros, que Deus coloque o desejo de fazermos o pacto para levar este país aos pés do Senhor Jesus.

Por Rosane Faria

O ENCONTRO COM SIMSON NA AVALIAÇÃO DE QUEM VEIO

Costurando as redes de comunhão em amor

“Acredito que a vinda do irmão Wolfgang Simson ao Brasil foi um marco entre nós e um novo passo significativo ao mover de restauração da igreja neste país. Embora o encontro tenha sido de poucos dias, nosso irmão foi recebido por todos com paz e alegria interior, como igreja reunida num mesmo propósito. Houve fortalecimento no espírito ao conhecermos como Deus tem avivado Sua obra em muitas partes do mundo, levantando e enviando obreiros com encargos apostólicos, multiplicando o número de salvos e abrindo os olhos de milhares de Seus filhos para voltarem a congregar-se na base bíblica da igreja como Corpo de Cristo em cada lugar, vivendo como família em muitas casas.

Muito importante também foi que o encontro não foi fechado somente aos que conhecemos, mas aberto a todos que se sentiram movidos por Deus para virem. Isso é chave para abrir o leque de comunhão, complementação e correção pela variedade de ministérios com experiências e virtudes diferenciadas no amplo Corpo de Cristo. Foi significativo que Deus trouxe irmãos de diferentes lugares do Brasil. Assim, as redes de comunhão vão sendo costuradas em amor.

Um outro ponto fundamental é que, mesmo de modo informal, os obreiros puderam conferir o que estão pregando e praticando em suas respectivas regiões para, pela confirmação de outros de fora, ninguém se achar correndo em vão (Gl 2). Ficamos encorajados porque muitas coisas que Deus tem levado Seus servos entre nós a pregar e viver foram confirmadas pelo ministério do Simson, e houve destra de comunhão.

Agora, o desafio é praticarmos pela fé o que temos clareza e confirmação do Espírito, enquanto os obreiros devem manter a comunhão entre si e responsavelmente dar um passo de cada vez nas novas direções que tiverem que conduzir as igrejas locais para que, de fato, sejam avanços de vida no Espírito, conforme a verdade da Palavra, sem ingenuidade e mera empolgação. E assim como Paulo corrigiu Pedro e houve ajustes em Atos 15, temos que ter em conta que, na conjuntura de novos vínculos de equipes de obreiros e interação de irmãos e igrejas locais, sempre haverá correção para proteção e equilíbrio. Somente assim teremos o real avanço da união do povo de Deus pela comunhão centrada em Cristo, conforme a verdade da Palavra.

Que possamos todos nos empenhar para manter a unidade do Espírito com todos que são do Corpo, seguindo a verdade em amor, avançando para a unidade da fé em Cristo. Que haja em realidade o funcionamento do ministério quíntuplo para o equipamento dos santos para que todos juntos, sem exceção, possamos edificar o Corpo, estando juntos e consolidados pelo auxílio de toda junta, segundo a justa operação de cada parte (Ef 4.1-16).”

Gerson Lima – Editora dos Clássicos

Tornando-nos a flecha de Deus

“Hoje, falar sobre a igreja nos lares não é exatamente uma novidade, embora talvez poucas igrejas tenham uma prática que se compare com as histórias que ouvimos de outros lugares no mundo e até de alguns lugares no Brasil.

Nos dias 1, 2 e 3 de junho, tivemos o imenso privilégio de ouvir Wolfgang Simson e conhecer um pouco mais a respeito de um outro ângulo desse assunto tão importante que Deus já vem falando com a igreja há várias décadas.

No último dia, depois de ouvir várias palestras, ainda pairava a dúvida: como vamos colocar em prática algo semelhante aqui no Brasil? Por um lado, ouvimos que não devemos copiar modelos vindos de fora. Por outro, fomos desafiados por exemplos e números em países como a China, a Índia e o Vietnã a crer que há um potencial escondido, semelhante ao da energia atômica, que poderia revolucionar a prática da igreja e trazer uma explosão de vida sobrenatural e de multiplicação quase inimaginável.

Enquanto eu ponderava essas coisas, na última reunião do encontro, domingo à tarde, depois de ouvirmos algumas sugestões de outros participantes sobre a prática da palavra ministrada, Wolfgang levantou-se para dar suas “palavras finais”. Em pouco mais de meia hora, obviamente edificando em cima de princípios e idéias transmitidos durante todo o encontro, ele lançou uma exortação e um desafio que deixaram a todos nós profundamente impactados.

Deus não quer apenas que aprendamos um novo conceito ou metodologia para praticar a igreja nos lares. Ele quer estabelecer o Reino de Jesus em nossos corações e vidas, e isso vai exigir 100% de tudo que somos e de tudo que temos. Por outro lado, viver em função de qualquer outra coisa é pura frustração e desperdício. Podemos ser bons cristãos, realizar muitas coisas maravilhosas, mas se não nos tornarmos a flecha que Deus quer atirar do seu arco para atingir a “mosca” do seu plano, teremos perdido a razão da nossa existência. Com certeza, todos nós já ouvimos esse desafio antes, mas, dentro do contexto do propósito de Deus de edificar e multiplicar a igreja nos lares, veio com qualidade nova, expressando com ardor e eloqüência o clamor do coração de Deus.

Pode não parecer um resultado muito prático dos três dias de encontro, mas para mim foi a resposta às minhas indagações sobre o que fazer, primeiro, para mudar a igreja. Os outros passos, certamente, virão depois.”

Christopher Walker ; Ministério Impacto

Esperando a hora certa para mudarmos de odres

“Foi muito bom estar com outros ministérios e saber como o Senhor está trabalhando na China, Vietnã, Índia… E que a igreja está voltando à prática de um dos princípios da estrutura da igreja primitiva (as casas). Desejo que o Senhor nos ajude aqui no Brasil a saber a hora certa (para o tiro não sair pela culatra, como diz o caipira) para não ser algo passageiro, gerando mais confusão e frustração à nossa amada igreja sofrida. Penso que se errarmos na hora de mudarmos de odres, teremos complicações com o vinho (que é precioso). Resumindo: o encontro foi muito bom, esclarecedor, com autoridade (sobretudo pela prática que o Simson traz).”

Pr. Romilton ; Feira de Santana BA

DUAS GERAÇÕES DE IGREJAS DOMÉSTICAS REUNIDAS AO REDOR DA MESA

O encontro de Wolfgang Simson com Offini e Elza Franco

Em visita ao casal Offini e Elza Franco, pioneiros do movimento de igrejas nas casas no Brasil, no início dos anos 70, Wolfgang pôde compartilhar um pouco do que tem visto e experimentado nos países em que tem trabalhado. Externou também o agradecimento pela contribuição que a geração anterior proporcionou à atual. Aproveitou para conferir o que tem sido anunciado pelos profetas da igreja brasileira com o que tem ouvido ao redor do mundo. Wolf sonha com uma igreja que deixe de lado o programa, o evento e se transforme em estilo de vida. Ele tem desafiado as pessoas a conhecerem essa igreja, que não pode ter outro fundamento senão o apostólico e profético. Para ele, somente a palavra apostólica pode produzir esta igreja.

Tomando como figura o tempo de Davi, acredita que a igreja está na caverna de Adulão atualmente (1 Sm 22.1-5). A Davi estão sendo ajuntados os que se acham em aperto, os endividados, os amargurados de espírito. Em outras palavras, aqueles que a igreja tradicional (representada por Saul) dispensou. Está chegando o momento de deixar a caverna e assumir o reino. O processo de morte a que estiveram submetidos durante longos anos fará desses valentes pessoas especiais para dirigir a igreja nestes últimos dias. A seguir, organizamos alguns trechos das falas de Simson na conversa que manteve com os Francos, ocorrida em Barueri SP, um dia antes da conferência.

Uma explosão de filhos ao redor do mundo

“Quando vocês começaram, em 1972, eu tinha apenas 13 anos e não era cristão ainda. Nos anos 70, muitos tiveram, como vocês, uma visão. E quando essas pessoas falavam dessa visão nas igrejas tradicionais, eram tidas como loucas. Quando Raquel quis ter um filho, ela literalmente morreu sobre esse filho. Chamou-o Benoni, que quer dizer ‘filho de minha tristeza’. Jacó, no entanto, mudou-lhe o nome para Benjamin, ‘filho da minha mão direita’. A mesma coisa está acontecendo em espírito. Raquel é a igreja impaciente. Ela está clamando por este filho. E quando ela tem esse filho, ela o chama de causador de problemas (Benoni). A igreja chama vocês de causadores de problemas, extremistas, mas temos um Pai no céu que pode mudar esses filhos de causadores de problemas em filhos da Sua mão direita.

Vocês têm sido como aquelas pessoas que começam novas coisas (empreendedoras). Hoje em dia, pessoas mais novas como eu podem oferecer os ombros e tomar o trabalho das mãos de vocês. Eu agradeço o trabalho que vocês realizaram. Gostaria que vocês testemunhassem que os seus filhos têm gerado muitos outros filhos. Eu gostaria que vocês soubessem que o que a geração de vocês fez como pioneira, há 30 anos, apesar de começar como um grão de mostarda, tem-se tornado uma grande e frondosa árvore.

Deus me permitiu começar um movimento como esse na Índia, em 1994, em uma pequena vila, num lugar em que se criavam galinhas, um galinheiro. As galinhas foram colocadas para fora, sentamo-nos no chão e, por três dias, conversamos sobre igreja doméstica e decidimos experimentar algo inédito. Em três anos, cerca de 50 igrejas domésticas tiveram início naquela região. Um pequeno começo. A partir disso, Deus fez algo grande. Deus veio e jogou petróleo numa pequena chama e, em apenas um ano, de 50 igrejas domésticas, surgiram 700. Desde 1997, esse número tem dobrado a cada ano. De 750 a 1500; de 1500 a 3000; de 3000 a 6000. Hoje deve haver por volta de 400.000 igrejas domésticas na Índia. Estamos falando de 10 milhões de pessoas. Em cinco anos, a previsão é que esse número chegue a 100 milhões.

Eu acredito que o que vi na Índia vai acontecer também no Brasil. Muitos amigos meus são profetas e têm ouvido de Deus que ocorrerão grandes coisas no meio das nações. Deus irá alcançar grandes nações, e o Brasil está incluído. Haverá uma paixão exuberante nas pessoas quando isso acontecer.

Minha mãe tem 85 anos; ela orava todos os dias. Numa Páscoa, recebeu uma profecia: muitas coisas importantes que vêm de Deus são preparadas em lugares sem importância. Jesus não nasceu em Jerusalém, mas na pequena Belém. Ninguém poderia esperar isso em Belém. Muitas pessoas têm sido negligenciadas pela igreja tradicional. Quando Jesus morreu na cruz, alguns milagres aconteceram: os túmulos se abriram, e muitos mortos ressuscitaram e foram vistos em Jerusalém. Minha mãe disse ‘e eu acredito que isso é profético’ que nós, cristãos, estamos num tempo de Páscoa. Aqueles que têm vivido nos túmulos, escondidos, agora estão saindo à luz, e serão vistos por muitos. Logo após compartilhar essa profecia, minha mãe teve um derrame. Foi a última coisa que falou.

Estejam orando por nossa geração porque agora é o momento em que a mídia irá nos descobrir. Na Índia, todos os políticos já me conhecem. Precisamos de muita sabedoria para falar disso tudo e não termos orgulho. Muitos cristãos que ignoraram essas coisas tentarão comprar o que anunciamos ou se ajuntarão a nós. Precisamos de muita sabedoria e amor para lidar com isso.

Nos EUA, o movimento de igrejas caseiras cresce espantosamente. Isso também está acontecendo muito depressa em Israel, no Egito e também entre os muçulmanos. Em Bangladesh há cerca de 600.000 ex-muçulmanos convertidos a partir das igrejas domésticas. Na Indonésia, já são 50.000 cristãos. São os grãos de mostarda tornados árvores frondosas.

Um de nossos profetas viu os quatro passos desta última colheita. Entre 1991 e 1993, aconteceu a primeira colheita. Foi na Rússia. A antiga União Soviética se abriu, e os cristãos ocidentais puderam entrar lá. No entanto, colecionaram muitos erros. A segunda fase foi no centro e no norte da Índia (a partir de 1996, houve uma explosão ali). Esse profeta também disse que dessas duas primeiras fases restaram muitos ensinamentos. Temos que aprender as lições que elas nos deixaram para o que vem a seguir: a terceira fase, no mundo muçulmano (já começou no meio deles uma colheita nunca antes vista). A quarta fase envolverá a América e a Europa, este último um continente que passa por uma grande confusão atualmente, onde os sonhos estão despedaçados, as igrejas, morrendo, sendo esvaziadas, ao mesmo tempo que igrejas começam a surgir do lado de fora das igrejas tradicionais.”

Comentários

Deixe um comentário





Copyright 2010 - Todo os Direitos Reservados. GrupoNews